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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Sim, nós também trabalhamos o empoderamento da mulher!

Nossa Assistida sendo atendida voluntariamente ... empoderamento é tudo!
Vamos começar a trabalhar a auto estima?
Todos os dias acordamos e nos deparamos com as surpresas que a vida nos coloca!
Nossa primeira Assistida, que iremos preservar a sua identidade, recebeu uma tarde de papo, risadas, cabelo feito e estamos em busca de uma Psicopedagoga que atue na região de Taboão da Serra/SP para ajudar!
Em breve traremos sua história, e o quanto ela foi mudada com a ajuda de todos!!!!
Sabe por que?
O lema aqui é cuidar de vc!!!!
Seja linda para vc!!!!!

"Violência Pelo Mundo - Disque Denúncia"


A Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180 é um serviço atualmente oferecido pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos (MDH). É uma política pública essencial para o enfrentamento à violência contra a mulher em âmbito nacional e internacional.

Por meio de ligação gratuita e confidencial, esse canal de denúncia funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, no Brasil e em outros 16 (dezesseis) países: Argentina, Bélgica, Espanha, EUA (São Francisco e Boston), França, Guiana Francesa, Holanda, Inglaterra, Itália, Luxemburgo, Noruega, Paraguai, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela.

Além de registrar denúncias de violações contra mulheres, encaminhá-las aos órgãos competentes e realizar seu monitoramento, o Ligue 180 também dissemina informações sobre direitos da mulher, amparo legal e a rede de atendimento e acolhimento.
Considerando a diversidade que caracteriza a população do nosso país e buscando facilitar o acesso de todas as mulheres em situação de violência, o Ligue 180 disponibiliza os seguintes canais para que a cidadã se manifeste:
Brasil: telefone 180
Mensagem eletrônica (e-mail): ligue180@mdh.gov.br
Aplicativo: Proteja Brasil
Ouvidoria Online: http://www.humanizaredes.gov.br/ouvidoria-online
Exterior - telefones:
 Argentina – ligar para 0800 999 5500, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Bélgica - ligar para 0800 10055, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Espanha - ligar para 900 990 055, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Estados Unidos – São Francisco – ligar para 1800 745 5521, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
França – ligar para 0800 999 5500, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Guiana Francesa – ligar para 0800 99 5500, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Holanda – ligar para 0800 022 0655, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Inglaterra – ligar para 0800 89 0055, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Itália – ligar para 0800 172 211, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Luxemburgo – ligar para 0800 2 0055, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Noruega – ligar para 8001 9550, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Paraguai – ligar para 0085 5800, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Portugal – ligar para 800 800 550, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Suíça – ligar para 0800 55 5251, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Uruguai – ligar para 000 455, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.
Venezuela - ligar para 0800 100 1550, discar 1 e informar o número 61 3799-0180.

Por meio desses canais podemos realizar os seguintes registros:
Informações: atendimentos nos quais são disseminadas orientações sobre os direitos das mulheres ou ações que as beneficiam.
Denúncias: os registros de violência contra a mulher são devidamente encaminhados para os órgãos competentes, que realizam os devidos procedimentos.
Reclamações: manifestações de insatisfação sobre a atuação de algum órgão ou agente público, no que diz respeito ao atendimento às mulheres.
Sugestões e Elogios: as sugestões e elogios recebidos são encaminhadas aos órgãos competentes.


quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Todo Preconceito é Raiz da Violência.


Pessoas de diferentes grupos sociais enfrentam em seu dia a dia situações de discriminação. São maltratadas ou estigmatizadas por serem mulheres, negras, soropositivas, gays, nordestinas, viverem com uma deficiência, pertencerem a alguma religião, entre outras características.
O primeiro local de preconceito é a família. É muito doloroso, porque uma coisa é ser discriminado por pessoas na rua, é sofrido, mas nem tanto. No ambiente familiar, é mais doloroso porque são pessoas que você gosta.
As pessoas, ao serem discriminadas são levadas a construir novas relações sociais, e aí, constroem a “família social”, onde realmente são respeitadas, amadas, e aceitas.
Anota aí: todo preconceituoso é moralista.
O preconceito é uma manifestação de ignorância.
É provinciano, e está na contramão do progresso social.
Não é o meu umbigo que diz o que é ou não é preconceito. Nem o seu. É o mundo. E ele precisa de mais tolerância, afeto e amor.
Só quem sofre discriminação, sabe o peso dessa dor.
Projeto "Sentindo na Alma - Diga Não à Agressão."


segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Dados de Feminicídios no Estado de São Paulo/SP/BR


Você Sabe O Que É Violência Virtual?

Caracterísiticas da Violência Virtual:

- Divulgar e/ou compartilhar fotos e vídeos íntimos pela internet e/ou redes sociais sem a autorização da mulher com o propósito de humilhá-la ou chantageá-la;

- Utilizar redes sociais e celulares/aplicativos para propagar comentários depreciativos em relação a mulher.
Não se cale!
Denuncie 180!
Projeto "Sentindo na Alma-Diga Não à Agressão."

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Novo Projeto : Terceiro Setor.- "Sentindo na Alma-Diga Não à Agressão."



Esse projeto é muito mais que um instrumento informativo: ele é a voz da mulher que sofre, o espelho da alma machucada e ferida, e visa ser um forte ponto de apoio e acolhimento à essas mulheres, para que as mesmas voltem a sorrir, a viver, e a sonhar.

A violência contra as mulheres é reconhecida como uma preocupação global e uma violação dos direitos humanos em todas as sociedades, e o que notamos hoje é que , apesar de toda a mobilização que vem sendo feita atualmente em prol dessa causa, com o grande número de grupos e movimentos em prol da mulher, Ongs, e afins, nada de muito efetivo está sendo feito , no sentido de se proteger e beneficiar diretamente essas mulheres, ou seja, os resultados práticos ainda são muito irrisórios, frente ao tamanho do problema.
É importante ressaltar que as idealizadoras desse projeto , unidas nessa causa, não possuem nenhuma intenção de caráter político, e sim de abraçarmos essa causa, buscando mais efetividade na proteção e apoio a mulher, lésbicas e transexuais ( que se ressalte, todas amparadas juridicamente  pela “Lei Maria da Penha” ),onde sempre expressaremos todo o nosso respeito e carinho, tendo esse projeto como alicerce o caráter social e de direito.
A violência contra as mulheres é uma forma de violação dos direitos humanos, ao atingir o direito à vida, a saúde, e a integridade física.

    Objetivo Geral


- Oferecer mecanismos protetivos, de defesa ,  regenerativos, e de empoderamento às mulheres vítimas dos mais variados tipos de agressão ( moral, psicológico, físico, patrimonial , sexual e virtual ), trazendo de volta a autoestima e dignidade às mulheres vítimas de violência, e prevenção do feminicídio.

Caso tenha interesse em melhor conhecer esse projeto, por favor , nos envie uma mensagem, e vamos consversar mais à respeito.

Sentindo na Alma-Diga Não à Agressão.