Executivos&Ações Sociais

Informação, dicas e tendências ligado ao mundo dos Executivos, Terceiro Setor&Ações Sociais..

terça-feira, 15 de outubro de 2019

"Dados da Violência Doméstica."

S

Segundo dados da Datafolha, BBC News , de fevereiro de 2018,à fevereiro de 2019,temos os seguintes dados sobre a violência doméstica no Brasil:






-  1,6 milhão de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento no Brasil;

 - 22 milhões (37,1%) de brasileiras passaram por algum tipo de assédio;

 - Entre os casos de violência, 42% ocorreram no ambiente doméstico;

-  Após sofrer uma violência, mais da metade das mulheres (52%) não denunciou o agressor ou procurou ajuda.

- 76,4% das mulheres que sofreram violência dizem que o agressor era alguém conhecido e, na maioria dos casos, o seu próprio companheiro.

- Mulheres negras e pardas são mais vitimadas do que as brancas, e as jovens ( 15 a 29 anos ), mais do que as mais velhas. Aliás, o Brasil perde jovens para violência em patamar de países como Haiti, aponta o Atlas da Violência.

Precisamos abrir os olhos para essa triste realidade, e dar apoio , sermos solidários...agir!




segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Admitimos Profissionais Parceiros.

Sentindo na Alma-Diga Não à Agressão.

Um projeto , para dar certo, tem que ter em seus bastidores os melhores profissionais, não é mesmo?

Estamos montando o nosso grupo multidisciplinar de profissionais voluntários, para juntos trabalharmos e solidificarmos a nossa rede de apoio ás vítimas de violência doméstica.
Psicólogos, Advogados, Engenheiros, Arquitetos, Assistentes Sociais, Terapeutas Holísticas,e também aqueles , que com ou sem formação específica, queiram atuar como voluntários na moderação de grupos de apoio as nossas assistidas. Outro leque também se abre aos Artesãos, Cabelereiras,Cozinheiras, e demais profissionais, que poderão ensinar as nossas assistidas uma nova função para que elas se reinsiram no mercado de trabalho, e assim se libertem da dependência financeira do seu agressor.

Obrigada pela atenção, e contamos com você!








quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Novo Projeto : Terceiro Setor.- "Sentindo na Alma-Diga Não à Agressão."



Esse projeto é muito mais que um instrumento informativo: ele é a voz da mulher que sofre, o espelho da alma machucada e ferida, e visa ser um forte ponto de apoio e acolhimento à essas mulheres, para que as mesmas voltem a sorrir, a viver, e a sonhar.

A violência contra as mulheres é reconhecida como uma preocupação global e uma violação dos direitos humanos em todas as sociedades, e o que notamos hoje é que , apesar de toda a mobilização que vem sendo feita atualmente em prol dessa causa, com o grande número de grupos e movimentos em prol da mulher, Ongs, e afins, nada de muito efetivo está sendo feito , no sentido de se proteger e beneficiar diretamente essas mulheres, ou seja, os resultados práticos ainda são muito irrisórios, frente ao tamanho do problema.
É importante ressaltar que as idealizadoras desse projeto , unidas nessa causa, não possuem nenhuma intenção de caráter político, e sim de abraçarmos essa causa, buscando mais efetividade na proteção e apoio a mulher, lésbicas e transexuais ( que se ressalte, todas amparadas juridicamente  pela “Lei Maria da Penha” ),onde sempre expressaremos todo o nosso respeito e carinho, tendo esse projeto como alicerce o caráter social e de direito.
A violência contra as mulheres é uma forma de violação dos direitos humanos, ao atingir o direito à vida, a saúde, e a integridade física.

    Objetivo Geral


- Oferecer mecanismos protetivos, de defesa ,  regenerativos, e de empoderamento às mulheres vítimas dos mais variados tipos de agressão ( moral, psicológico, físico, patrimonial , sexual e virtual ), trazendo de volta a autoestima e dignidade às mulheres vítimas de violência, e prevenção do feminicídio.

Caso tenha interesse em melhor conhecer esse projeto, por favor , nos envie uma mensagem, e vamos consversar mais à respeito.

Sentindo na Alma-Diga Não à Agressão.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

"CLIENTE CAUSA" OU "CLIENTE EFEITO"?



Existem 2 tipos de clientes: os "clientes causa", e os "clientes efeito.
Você, que possui um negócio,  que tipo de cliente tem?
Situação 1: "cliente causa"

As empresas que tem os seus clientes como “causa” são aquelas em que o cliente a procura por uma razão e/ou motivo.Por exemplo:um cliente está com fome e, por conseqüência,procura por um restaurante  em busca de alimento para saciá-lo naquele momento, sendo a sua experiência positiva ou negativa.
Esses clientes, geralmente , são aqueles que  fazem  uma compra por uma necessidade real, ou uma compra por impulso, ou ainda uma compra em uma determinada empresa por falta de outras opções naquele momento.
Num primeiro momento é uma relação pouco consistente entre cliente e empresa,sem elos ,  e pode ser para a empresa a origem de um longo e próspero relacionamento...ou não!Tudo vai depender do efeito que a empresa irá causar nesse cliente. Ás vezes fico impressionada com o potencial de nicho que algumas empresas tem no mercado...impulsivamente os clientes procuram por essas empresas , compram um produto por necessidade, mas o efeito que essas empresas causam é simplesmente desastroso.
Por  exemplo, nesse final de semana precisei comprar alguns artigos para a minha cachorrinha: uma roupinha mais quentinha por causa do frio, ração, enfim, coisas que ela estava precisando .Por eu morar em uma praia específica de Florianópolis onde tudo gira somente em torno dos turistas  , tenho duas opções:ou eu compro em um pet shop próximo a minha  casa, onde o atendimento e a disponibilidade de produtos é limitada, ou eu tenho que pegar o meu carro, enfrentar meia hora de estrada, e chegar ao Centro de Florianópolis,onde existe um enorme  leque de opções de pet shops de boa qualidade.Não me restam opções.
Então,  me vestí de "cliente causa”, e lá fui eu rumo ao tal pet shop próximo de casa.
Ao chegar lá um senhor me atende com uma cara de quem havia acabado de acordar naquele momento, e pior, de mau humor.Para se ter uma idéia, não foi ele quem me disse bom dia logo que entrei na loja, e sim eu,que com um sorriso largo no rosto tentei quebrar o gelo.Como resposta, obtive uma resposta quase que inaudível , e pior, sem que  o distinto senhor ao menos olhasse para mim . Bem, dei um giro pela loja, olhei os poucos  produtos que estavam disponíveis...sim, poucos, porque este senhor empresário só enche a sua loja de variadas opções na alta temporada, ocasião em que os turistas estão por aqui.E  o pior de tudo: os preços  praticados por este senhor são absurdos ,pois a formação de custo dos seus produtos é feita com os cálculos habituais ,adicionado de uma sobretaxa, o “IT”, “Índice Turista”, principalmente naquelas roupinhas para cachorro escrito Florianópolis-Brasil.E os preços são mantidos o ano inteiro...não há a preocupação com os moradores da região.O seu foco é simplesmente “esfolar” os turistas no período de férias, e que se dane o resto.
Você deve estar se perguntando: mas então,por que você continua comprando neste lugar?Eu te respondo:por pura necessidade e falta de opção.Afinal, se eu colocar na ponta do lápis o combustível que irei gastar para ir até o Centro, desgaste dos pneus  e do carro como um todo, tempo de deslocamento, enfim, acaba não valendo à pena.E veja bem,não sou só eu, mas vários moradores aqui da região passam pela mesma situação.
Situação 2: cliente “efeito”
Em contrapartida, tem uma casa de frios aqui próximo que sou fã: lá eu sou “cliente efeito”,e o melhor, durante o ano inteiro.
Às vezes eu nem estou precisando comprar nenhum artigo desse lugar, mas é tão prazeroso ser recebida e atendida pelos donos, um casal de idosos  simpaticíssimos,  que acabo arrumando pretexto para ir até lá, e sempre compro alguma coisinha,só por comprar.Eu mal entro na loja e eles me recebem com um mega sorriso,logo vão me mostrando as novidades que tem, sei lá, um queijo diferente, e melhor ainda, fazem questão de cortar um pedacinho do tal queijo para que eu deguste.Aí já sugerem um vinho para acompanhar aquele queijo, mas de uma forma tão natural e despretensiosa, que faz com que  eu não sinta aquela impressão de  que eles queiram me enfiar um produto goela à dentro. É tudo muito natural e prazeroso.Sou fã desse lugar, e quando saio de lá me sinto revigorada, e melhor, o dinheiro que gasto por lá me dá tanta satisfação que sinto que é um dinheiro que investi no meu bem estar, auto-estima, e no meu humor como um todo.
Resumindo, o efeito é a impressão produzida :aquela que toca o espírito e a sensibilidade.É aquela que proporciona a longevidade com o seu cliente.O produto em si é só mais um detalhe.
Por sorte, o proprietário do pet shop consegue manter o seu negócio em  prol dos turistas e dos”necessitados”.Até quando, não sei dizer.Tudo pode mudar:os turistas migrarem para outras praias mais interessantes no futuro, a abertura de um outro pet shop na região com tratamento diferenciado,e aí, ou ele repagina todo o seu negócio, ou morre. Quanto aos proprietários da casa de frios, não preciso nem falar, não é mesmo?Estes já formaram clientes assíduos e satisfeitos: eles não dependem de sazonalidades, e nem da necessidade de seus clientes.Eles são o “marketing vivo” do seu negócio.Tipo de cliente deste casal: “cliente efeito”.
E para terminar, vou definir em poucas palavras esses dois tipos de clientes:
1- Cliente “causa” : o “cliente minuto”.
2- Cliente “efeito” : o "cliente longa vida”

EMPRESA&ESTOQUE TOTAL


O estoque de uma empresa vai muito além das matérias primas em suas prateleiras.
É a soma de bens e valores que a empresa detém, em diversos sentidos, e que necessita de absoluto controle.


Espaço físico- Estoque zero. O custo do metro quadrado excedente significa gastos desnecessários e nocivos a saúde financeira da empresa com água, luz, manutenção,  mão de obra, dentre outros.

Funcionários- Nem menos, nem mais...tem que ser no ponto certo.Segundo um colega de profissão, ele acredita que o sistema utilizado em controles de estoque, o PEPS - Primeiro que Entra Primeiro que Sai - nunca deve ser esquecido pelos RHs das empresas, pois evita-se a manutenção de profissionais cheios de "vicios" .Para ele,  para se aumentar o valor e o shelf life do "produto empresa" o PEPS nunca deve fugir ao controle.Não concordo plenamente com ele, mas acho sua visão no mínimo curiosa e digna de atenção.

Matéria-prima- Menos sempre é mais. Produção por demanda é uma política inteligente e que deve ser adotada.Tente sempre diminuir a quantidade de itens , em termos de variedade,em seu estoque, e empenhe-se em aproveitá-los de uma forma mais racional e criativa.

Fornecedores- Estoque alto. Na minha visão parcerias são muito bem vindas, mas essa história de fidelidade entre empresaxfornecedor é no mínimo uma miopia do setor financeiro, comodidade  e/ou "interesse próprio" do setor de suprimentos, e visão retrocessa e pouco inovadora dos setor de desenvolvimento de produtos.Descubra novas opções de matérias primas no mercado que possam reunir vários benefícios em um produto só ( lembra do que falei no item acima sobre diminuição de itens no estoque? ), faça cotações constantes, sempre abra portas para o novo.

Capacidade de produção- Estoque moderado. Aproveite totalmente a sua capacidade de produção, porém, empenhe-se mais e efetivamente no  fluxo de mercadorias propriamente dito.

T.I. - Tecnologia da Informação- Ao contrário do que muitos pensam, também deve ser moderado, e não alto. É sabido que a informação proporciona as empresas mais precisão nas decisões a serem tomadas, porém, o excesso delas acaba sendo nociva caso não haja a devida capacidade de se analisar e gerir essas informações.O resultado acaba sendo o desperdício de tempo por parte dos profissionais em pesquisas e investigações e os seus respectivos custos, e um estoque improdutivo de informações, podendo gerar, inclusive, a tão temida "paralisia por análise" em seus gestôres.

Capital de Giro- Estoque alto. Quanto maior, melhor. Ele é proporcional ao crescimento que você almeja.

Valores- Mais sempre é menos.Ínvista sem medo na ética em todos os sentidos.

E para finalizar, tenha em mente que todos os funcionários da empresa , independente do cargo que ocupem, são também "Estoquistas", "Chefes de Almoxarifado", ou qualquer outro termo similar que nos remeta a esse cargo.

"Pequenos ganhos representam grandes diferenças para o crescimento e longevidade da sua empresa."

"EMPRESAS FAMILIARES"


Você já trabalhou em uma empresa familiar?
Saiba que, ao contrário do que muitos pensam, as empresas familiares podem superar,e muito, as suas expectativas.

Você já deve ter ouvido muitos comentários à respeito de empresas familiares e,  em sua maioria, ressaltando aspectos negativos. Já ouví vários comentários por parte de executivos que denigrem as empresas familiares,e os principais pontos que ressaltam são a falta de oportunidade de ascenderem em seus cargos, uma vez que os cargos de diretoria geralmente são ocupados pelos membros da família;baixo nível de comprometimento , uma vez que os laços familiares "aliviam" o pêso da responsabilidade ,e que acabam por "sobrar" para aqueles que não fazem parte da família. Outro ponto que muito se comenta é a dificuldade de se apontar um erro em um membro da família,sem melindrar os demais membros,o que é muito difícil e delicado. Enfim, já escutei muito à respeito, mas gostaria de derrubar esse paradigma da empresa familiar, e todas as colocações que eu aquí fizer serão todas  fruto de minha própria experiência.
Trabalhei por quase duas décadas em uma empresa familiar, e o meu referencial desse tipo de empresa é o mais positivo e enriquecedor possível.
Primeiro, que a minha mobilidade e ascensão nunca foi prejudicada pelo fato de eu não fazer parte da família. Ingressei na empresa como Nutricionista, após algum tempo fui promovida a Gerente de Operações e,posteriormente, a Diretora de Operações. Todos os demais membros da diretoria eram familiares, mas com competência e determinação eu conseguí ocupar este cargo, e sempre fui muito respeitada . E para que você seja respeitado e reconhecido, há também de se respeitar as qualidades e diferenças alheias, há de se ter tato , porém, firmeza, para se discordar , quando preciso, e o mais importante, seja sempre honesto e transparente. Além de suas qualidades como profissional, tente ser sempre um agregador e mediador . Não seja invasivo, e tenha sempre muito claro para sí próprio que algumas regalias como férias estendidas, horários mais flexíveis, etc., são normais e corriqueiros em empresas familiares , e que você faz parte da empresa, e não da família.
Eu posso me sentir privilegiada por ter trabalhado e aprendido muito nessa empresa, além de ter tido a oportunidade de ter trabalhado com orientais. Eles sempre foram muito profissionais, disciplinados, com foco bem definido , e muito rígidos em suas cobranças, não importando se a pessoa a ser cobrada fosse um membro da família. E mais ainda: o ambiente familiar dentro da empresa acaba meio que por humanizar as relações como um todo, e tornam o ambiente até mais agradável para se trabalhar.
Então, se você tem receio e até um certo preconceito de trabalhar em uma empresa familiar, saiba que o maior problema pode estar dentro de você, e não da empresa .
É claro que não descarto a possibilidade de existirem empresas familiares totalmente desajustadas, porém, elas não vão longe. Somente as empresas familiares profissionalizadas evoluem.
Lembre-se que você estará sempre, como em qualquer outra empresa, trabalhando com pessoas.Então, o primeiro ajuste a ser feito é em você próprio, e o resto, caro executivo, vai de sua habilidade em lidar com situações e personalidades distintas. Faça muito bem a sua parte como profissional, colabore e ajude sempre, e colha os frutos merecidos.

"EMPRESAS COM ESPÍRITO INAUGURADOR"

Empresas com espírito inaugurador são as preferidas pelos clientes. Elas tem o poder de vender seus produtos e serviços a um preço que o cliente entende como valor, e não como custo. Elas superam as expectativas, e convertem a sua carteira de clientes em um fã clube propriamente dito.
Afinal, o que é uma empresa com espírito inaugurador?



Vamos imaginar que você seja proprietário ou administrador de um restaurante que está no mercado há alguns anos. Agora tente imaginar como teria sido o dia da inauguração deste restaurante. Provavelmente houve muito preparo, atenção aos mínimos detalhes, treinamento efetivo, funcionários altamente motivados, e aquele "friozinho na barriga", que é a senha do entusiasmo e da vontade de vencer.
Agora volte para o presente.
Será que você e os seus funcionários estando abrindo as portas do seu negócio como se fosse o primeiro dia de funcionamento : o dia da inauguração?
Ambiente impecável, funcionários devidamente uniformizados, ingredientes fresquinhos e de qualidade, equipe motivada e com muita garra , e aquela vontade sem limites de fazer tudo para e pelo cliente. Ah, e aquele friozinho na barriga, então?
Pois é, não é fácil se manter todos os dias com esse tal desse espírito inaugurador, mas não tem outro jeito. Tem que ser assim!
Para o cliente, é sempre o primeiro dia que ele vai ao seu restaurante . E como sabemos, a primeira impressão é a que fica, não é mesmo? Esse primeiro contato é decisivo: ele irá determinar o retorno e a recompra do seu cliente, ou não.
Então, desligue já o seu "piloto automático", e resgate para o seu negócio a emoção e o espírito inaugurador.
Quer pistas de por onde começar?
Faça uma pesquisa informal com os seus clientes referente a qualidade dos seus produtos, atendimento, preços, promoções vigentes, ou a falta de, enfim, escute os seus clientes ativos. O feed back dado por eles irá traçar os seus primeiros passos rumo ao resgate do espírito ianugurador.
Ao acordar, antes de ir para a sua empresa, pense: hoje estou inaugurando um novo dia na minha vida e no meu negócio. Sentiu aquele "friozinho na barriga"? Que ótimo,você está no caminho certo.
Envolva a sua equipe com esse "espírito", e reinaugure, a cada dia, o seu negócio.
Recrie, reinvente-se, renove-se, mas viva o seu negócio como se fosse aquele primeiro dia.

ESTÁ SE SENTINDO UM PEIXE FORA D'ÁGUA NA EMPRESA EM QUE TRABALHA? "PEDE PRÁ SAIR"!!!


No seu dia a dia , você já deve ter ido e frequentado lugares em que não se sinta bem, e que não apresente nenhum tipo de identidade com o lugar e as pessoas, não é mesmo? Isto também pode ocorrer em seu novo ambiente de trabalho.

Você acompanha há anos uma determinada empresa no mercado, lê várias matérias sobre a sua performance e relevância, e cria até uma certa admiração e vontade de um dia integrar o seu quadro de funcionários. Com o tempo você se prepara como profissional, amadurece na carreira, e sente que é o momento certo para enviar um currículo seu para a apreciação dessa empresa. Aí, surpresa : você é chamado para uma entrevista. Bingo!
Bem, pelo menos de uma coisa você estava certo: estava realmente preparado profissionalmente para entrar nessa" empresa dos sonhos", pois você , em meio a tantos candidatos, foi escolhido.
Dois mêses se passam, você já participou do programa de integração e adaptação dessa empresa, mas não adianta, você ainda se sente um "peixe fora d'água" .
Resolve dar mais um tempo para si mesmo e à empresa, afinal, ainda é muito cedo para que se
façam julgamentos precipitados. O tempo caminha, e você já está nessa empresa há quase um ano, seu salário está acima da média do mercado, vários benefícios, possibilidades de crescimento, mas mesmo assim não consegue se sentir satisfeito com isso tudo. Aí você se pergunta : será que estou ficando louco? Quantas pessoas não desejariam estar no meu lugar? O que será que está acontecendo comigo?
Caro amigo, se me permite, você não está ficando louco, nem tão pouco está sendo mau agradecido consigo mesmo e com o destino . Assim como uma relação pessoal, a relação entre um funcionário e uma empresa também tem aquele" fator de pele", se é que você me entende. Já deve ter acontecido por várias vezes em sua vida de você alimentar um amor quase que platônico por uma pessoa, desejá-la demais, mas quando chega a hora do "vamos ver"... não se vai, e nem se vê! Pois é, isso também pode acontecer quando você entra em uma nova empresa. Você a admira por anos, a deseja, mas quando começa a fazer parte da vida dela pode não se afinar com sua filosofia, com os seus valôres, com as pessoas, políticas internas, enfim, são tantas as variáveis . E o pior : quando um funcionário não se alinha a uma empresa em todos os sentidos, por mais que ele queira, não consegue dar o melhor de si. É como se houvesse uma barreira imaginária e intransponível entre o funcionário e a empresa.
Portanto, se você se encontra nessa situação, seja honesto e ético consigo mesmo e com o seu empregador, coloque essa situação com tudo o que lhe incomoda de uma forma adulta junto ao seu superior imediato . Talvez algumas coisas possam ser modificadas, e você se encaixe um pouquinho melhor nessa empresa, porém, particularmente, eu não aposto muito nisso. Na minha visão, quando você entra em uma nova empresa, ou você se apaixona e se sente em seu habitat em um curto espaço de tempo, ou senão não adianta , aquela não é a sua praia.
Analise com cuidado e critério a situação, e caso sinta que não dá mais para continuar nessa empresa, abra mão desse seu sonho do passado , e ..."PEDE PRÁ SAIR!"

Boa sorte!

"EMPRESAS LITERALMENTE LIMITADAS"


Existem empresas que nascem, começam a crescer, dão sinal de seu potencial, mas que por serem geridas com base na limitação, estagnam.

Todos os dias milhares de empresas surgem no mercado nas mais diversas áreas, e muitas delas até possuem um produto e/ou serviço que chamam a atenção do cliente e do mercado, são promissoras, porém, limitadas para o crescimento.
Geralmente são empresas geridas por pessoas com visão e atitude também limitadas. Acompanhe comigo algumas  características das típicas "empresas limitadas":

- não se comunicam com os clientes e o mercado;
- não observam seus concorrentes, deixando assim escapar dicas preciosas para o seu próprio negócio;
-não participam de feiras, congressos, workshops, cursos, etc.,  perdendo assim a oportunidade de se atualizarem e de promoverem o network;
- não investem em tecnologia e em informação;
- não fazem periodicamente pesquisas de mercado;
- não oferecem perspectivas de crescimento aos seus colaboradores;
- não acreditam que consultorias específicas possam vir a contribuir para o crescimento e a estabilidade do seu negócio;
- não correm riscos, não inovam, não criam, não vislumbram...não, não e não!
Você reparou como o não é o grande companheiro desses gestores  e, por conseguinte, o fator limitante dessas empresas? Sendo assim, as "empresas limitadas" até podem apresentar um pequeno crescimento por um tempo limitado, mas depois  elas entram no "circulo vicioso do não": não evoluem, não se diferenciam, não ousam, e depois de tanto não, um dia acabam morrendo. Aí, nesse momento, o gestor se pergunta : Eu não entendo por que isso foi acontecer ? E olha aí o tal do não de novo!
Por favor, tire à partir de agora o não de sua empresa e de sua vida. Acredite mais, diga mais sim, troque , sempre que possível, o não pelo talvez com sabedoria e visão de novas alternativas e possibilidades. Se mostre para o mercado, seja mais participativo, questionador, interativo, e visionário.
 Ponha limites aos "nãos"!

"NUNCA É DEMAIS FALAR SOBRE O CLIENTE"


Por várias vezes abordei o tema "cliente" em minhas postagens, e hoje não vai ser diferente. Após assistir uma matéria de uma empresária aquí de Florianópolis, me encantei  como telespectadora , e resolví dividir com você.

Eu sou do tipo de pessoa que suga informação pelos poros. Já aconteceu de eu estar navegando na internet, a televisão ligada em um noticiário , e folheando um livro, tudo ao mesmo tempo. Não sei se isso é bom ou ruim, mas é assim que sou. Eu tento sempre absorver o maior número de informações que a minha percepção permita, porém, em meio a esse processo de captar informações por osmose, há de se ser seletivo, focando-se sempre naquilo que possa a vir a te acrescentar de alguma forma, ou  ainda algo que se afine com os seus ideais e interesses. Bem , mas sabe porque toda essa introdução? Simplesmente para dizer que ontem , lá estava eu em meio a todo aquele processo sensorial de captação de informações, quando uma empresaria aqui de Florianopolis estava sendo entrevistada na tv para falar sobre o seu negócio. Ela é uma pessoa que deve ter cerca de 35 a 40 anos, e tem uma empresa de eventos. Até aí , nada de  novo, mas  a simplicidade e autoridade com que ela falava me prenderam a atenção. A entrevistadora , então perguntou : Fale um pouco sobre o seu negócio. Como e por que surgiu a sua empresa, e qual é o seu diferencial de mercado em meio a tantas empresas de eventos ?
Aí, o que ela colocou, foi mais ou menos isso:

"... Meu pai possui um conceituado restaurante em Florianópolis, e desde pequena trabalho com ele...sempre tive por hábito de conversar com os clientes do restaurante que, em sua maioria, são empresários. Acho fascinante, mais do que conversar, escutar as pessoas, sempre aprendo alguma coisa...e em meio a essas conversas, um número expressivo de empresarios mostravam o seu descontentamento com empresas que contratavam para fazerem os seus eventos empresariais. A maioria dessas empresas, quase sempre, os deixavam à desejar. Embora eu já tivesse muito trabalho junto a administração do restaurante do meu pai, comecei a pesquisar mais sobre esse mercado, e confesso, achei que, apesar de ser um ramo muito cheio de detalhes , e que requer muito planejamento, o fator principal do negócio é você entender de sonhos...e foi assim que eu entrei no mercado. Quando um cliente me procura para fazer um evento , eu não monto um evento em cima do que ele quer, mas sim em cima do que ele sonha. Esse é o meu maior diferencial de mercado "

Essas palavras me soaram tão bem, que me prenderam até o final da entrevista. Não vou mencionar aqui o nome dessa empresa, mas oportunamente o nome dessa empresa tem tudo a ver com sonhos. Grande sacada dessa jovem empresária.
A  forma como ela lida com o cliente me pareceu ser, realmente, muito especial e unica. Ela disse se negar a fazer um evento sem antes conhecer a fundo o seu cliente . Ela tem inclusive em sua equipe uma Psicóloga que acompanha as entrevistas iniciais com o cliente, e que auxilia na análise do seu perfil , seus gostos, preferências por côres, temáticas,  filosofia da empresa, etc, e a riqueza de detalhes a cerca do perfil do cliente acaba por trazer toda uma personalização e proximidade com os seus anseios, que acaba por transformar o evento em um sonho. Além disso, ela se mostrou ser uma pessoa tão segura de si , e madura para assumir qualquer "tipo de sonho" por parte de seus clientes, que para mim, já é no mínimo 70% de chance de uma empresa  fechar um evento com ela em função da forma como ela se posiciona perante o seu negócio na fase inicial de negociação. E o que é mais incrível : em tão poucos minutos ela conseguiu passar a quem a assistia a habilidade e segurança que a sua empresa possui em lidar com o sonho de seus clientes, e mais que isso, de realizá-los. Foi isso que eu conseguí absorver de pronto, em apenas alguns minutos. Uma coisa é certa , e deveríamos aprender com ela: realizar sonhos é o maior produto que uma empresa deve oferecer  ao seu cliente. O resto é, no mínimo, obrigação.