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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
"Saber ouvir é usar os 5 sentidos em sua plenitude"
Ter o dom da oratória é, sem dúvida, uma habilidade muito apreciada e quase que fundamental para que um executivo atinja os seus objetivos e se projete. Porém, poucos executivos e líderes possuem o sábio dom de ouvir. Eis a questão : o desafio de ouvir e ser ouvido.
Você já deve ter visto em sua empresa aquele profissional que sempre foi participativo , seguro de si, e que sempre se destacava em meio aos demais com suas brilhantes ideias e uma gama de sugestões para a resolução de problemas. Aí, num belo dia a sua chefia é substituída, e com o passar do tempo aquele executivo que era um brilhante profissional começa a ser ofuscado. Sua autoestima vai caindo gradativamente, e o seu rendimento também. Afinal, o seu mais novo líder é o Sr. Blábláblá ...esse chefe fala, fala, fala, mas não sabe ouvir. Resultado : os membros de sua equipe começam a se retrair, e tem a incômoda sensação de que estão falando com as paredes e de que são ignorados ,e o retrocesso corporativo se inicia aí. Quando isso ocorre, perdem os dois lados.
Hoje, um profissional de verdade entende que ser apenas um executor é altamente desestimulante , e profissionalmente improdutivo. Ele quer e necessita ser ouvido por seu líder e grupo.
Para não dizer que sou extremista, há de se olhar primeiro os dois lados da moeda, pois existem também aqueles executivos que por terem perdido a credibilidade como profissional, e que por serem inseguros e confusos, acabam tomando um gelo mesmo, e não tem como ser diferente. Cabe aí uma autoavaliação por parte do profissional que se sente ignorado.
Independente da situação, fica aqui um alerta em relação ao sábio e precioso dom de se saber ouvir.
Saber ouvir, em sua plenitude, é ter uma atitude receptiva . É saber nos colocarmos em contato direto com as qualidades alheias . É nutrir silenciosamente pessoas e situações. É saber receber,acolher, absorver , e ter a humildade de aprender com o outro.
Procure sempre estar atento ao que pode descobrir com os 5 sentidos. Quando os 5 sentidos se tornam plenos, aí se completa o ato de saber ouvir, e à partir daí outros sentidos mais sutis começam a ser descobertos e desenvolvidos. Saber ouvir é realmente um desafio .Fica aí uma reflexão :
Será que você está escutando seus colegas e funcionários somente com os seus ouvidos?
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Seu chefe, seus colegas e seus subordinados já disseram certa vez que você, como gestor, faz as coisas certas e do modo certo, ou seja, que é eficaz e eficiente , o que é excelente. Mas será verdade? E, se nunca disseram isso, significa mesmo que você não consegue tomar as melhores decisões sem desperdício de energia? Eis sua oportunidade de descobrir.
1 – Você começa sua semana com um planejamento, em que fixa metas factíveis e distribui o tempo que dedicará a cada um, não se esquecendo de nenhum dos papéis que tem de desempenhar (indivíduo com necessidades e desejos pessoais, cônjuge e pai, executivo, líder de equipe, desenvolvedor de pessoas, aluno de um curso de reciclagem, voluntário de algum programa social etc.).
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
2 - Em seu planejamento pessoal, você já define a delegação de várias tarefas e com eficácia, uma vez que você é específico quanto aos resultados que espera, deixa que a pessoa escolha seu método de trabalho, oferece-lhe orientações claras e sucintas, informa exatamente quais recursos estão à disposição da pessoa para o trabalho, define de antemão como avaliará e como recompensará o desempenho dela.
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
3 - Nesse planejamento, você questiona a real necessidade de fazer determinadas tarefas, identifica as que não precisam de fato ser feitas e as elimina.
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
4 – Você despende a maior parte de seu tempo em atividades do quadrante superior direito da matriz do tempo do Stephen Covey, ou seja, em atividades não-urgentes e importantes.
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
5 – Você se concentra em fazer as coisas que estão no âmbito da intersecção entre seu conhecimento (quando você sabe o que fazer), suas habilidades (você sabe como fazer) e sua motivação (você deseja fazer), tornando seus pontos fracos irrelevantes.
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
6 – Quando percebe que está longe de suas metas semanais, você resolve o trabalho acumulado delegando mais tarefas a outras pessoas e limitando sua participação a reuniões em que sua presença é mesmo imprescindível.
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
7 – No balanço da semana, você vê que conseguiu realizar 80% ou mais das tarefas.
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
8 – Toda semana você joga fora os papéis e e-mails inúteis.
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
9 – Sua linguagem é proativa, ou seja, em vez de dizer “Não poderia fazer isso, não é meu estilo”, você diz “Nunca fiz isso, mas adoraria tentar”.
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
10 – Você costuma comunicar-se com clareza, uma vez que sabe colocar-se no lugar da outra pessoa, mostra que se importa com ela, consegue ouvi-la com atenção, interpreta sua linguagem facial e corporal.
Nunca faço isso (1 ponto)
Faço isso de vez em quando (2 pontos)
Frequentemente faço isso (3 pontos)
Sempre faço isso (4 pontos)
Fonte: Adaptado de HSM Management Update nº 33
Confira seu resultado! Se você vez entre 10 e 20 pontos, você precisa revolucionar sua vida. Provavelmente você está “viciado em adrenalina”, “apagando incêndios” e sem tempo para as questões realmente estratégicas, que impulsionarão sua carreira e sua satisfação pessoal. É hora de repensar tudo e começar de novo antes que seja tarde!
Se somou entre 21 e 30 pontos, você já deve ter consciência do que precisa fazer; falta apenas uma execução mais constante e com maior afinco. Não hesite em abraçar suas próprias crenças, mesmo que isso contrarie alguns interesses imediatos. Você será recompensado por isso no futuro.
Se atingiu entre 31 e 40 pontos, você está de parabéns! É eficiente e, provavelmente, também é eficaz! Basta que não se descuide, porque, no mundo de negócios do século 21, uma “vacilada” pode pôr tudo a perder.
Fonte : www.franquiaideal.com.br
"Empresas buscam executivos mais didáticos"
Possuir um perfil didático no concorrido mercado de trabalho está sendo valorizado na hora de uma contratação. Estamos na "Era do Conhecimento", e a figura do líder-professor dentro das empresas é oportuna e necessária.
No cenário atual, todo profissional que sabe fazer, precisa aprender a ensinar, principalmente quando se encontra em uma posição de chefia : é a liderança por competência. As empresas estão se tornando cada vez mais, grandes "Centros de Conhecimento" e, na contramão, as escolas estão cada vez mais focadas na vida prática.
A empresa moderna passa a ter ares de escola, o que não significa que o treinamento será extinto. É que treinar somente não basta. Há de se ensinar , e o aprendizado é feito no dia a dia, e os responsáveis pela transmissão de conhecimentos deve ser, principalmente, o supervisor direto, bem como os colegas de área. Assim surge a importante figura do Líder-professor, segundo o Recrutador Maurílio Soares, da Minds Consultoria. Segundo ele, o profissional que demonstra facilidades para lidar com a transmissão de conhecimentos é, sem dúvida, valorizado.
Por volta da metade do século 20, o SENAI trouxe para o Brasil o método TWI ( Training Withing Industry ), para treinamento dentro do trabalho. O método era muito eficaz, e baseado no seguinte princípio: se o subordinado tentou e não aprendeu, é porque o Supervisor não ensinou. Ou seja, há mais de meio século a necessidade de se aprenderem tarefas no cotidiano de trabalho já era colocada em questão. E continua cada vez mais válida.
Portanto, caro líder, não basta somente que você tenha uma enorme "bagagem profissional" e conhecimento de fato em sua área : você tem que saber transmitir o máximo possível do seu conhecimento para os seus subordinados . Crescem todos : seus subordinados, cada um dentro da sua capacidade de assimilação, a sua equipe como um todo, a sua empresa, e você.
"Executivo Multiuso: será que funciona?"
Pode ser que alguns leitores discordem da minha opinião, mas opiniões e idéias são assim mesmo : devem ser exploradas, discutidas, e repensadas. Ao final , o que mais importa é a semente lançada, e os frutos que dali irão gerar.
Com a globalização dos mercados, as empresas , nas ultimas décadas ,também se globalizaram internamente . Com isto, o mercado exigiu cada vez mais das empresas executivos multidisciplinares. Não basta , por exemplo, um executivo da área de Marketing que não entenda o funcionamento e não se envolva com o departamento financeiro, o operacional, enfim, e por aí vai. Até aí tudo bem. Um executivo realmente deve entender e ter um certo domínio sobre as mais variadas áreas, até porque o conhecimento e a visão sistêmica é o que impulsiona o trabalho em equipe, faz com que as pessoas se envolvam em um projeto com mais sabedoria, e assim se determina a consistência de um projeto como um todo. Mas há de se ter muita cautela com a teoria do "Todos fazem tudo". Em primeiro lugar, há de se manter a identidade de cada departamento e área específica. Cada área possui a sua especialzação, e somente executivos que possuam riqueza nos detalhes dessa especialização é que se encontram aptos a desenvolverem projetos específicos. Outro ponto que deve ser destacado é a importância em se associar resultados específicos, a áreas específicas. A César, o que é de César! Não se trata de se acharem culpados em eventuais projetos , mas sim de se ter uma visão mais detalhada da função que cada executivo exerce dentro de uma empresa, e seus resultados. Isso facilita, inclusive, o trabalho dos gestores de cada departamento na avaliação de resultados, assim como auxilia o RH na elaboração e aplicação de um plano de carreira para cada executivo, em particular.
Outra situação muito comum na teoria do "Todos fazem tudo" é a questão da invasão ao espaço alheio, que pode acabar derrubando barreiras no âmbito do respeito e da ética. Os executivos, por atuarem nas mais diversas áreas , podem se sentir no direito de "vasculhar" documentos e projetos alheios, e até passarem por cima de decisões de executivos que possuem o conhecimento de fato de algumas situações, e acabar gerando um grande mal estar entre os funcionários. Enfim, todo muito faz tudo, mas ninguém entende nada. Portanto, muito cuidado ! Há de se ter total envolvimento entre os departamentos, porém, entre atuar e se envolver, há uma grande diferença. Uma coisa que funciona muito bem, por exemplo, é a colocação de uma caixinha de sugestões em cada departamento, onde, anônimamente, executivos de outras áreas podem fazer sugestões e dar dicas para as mais variadas áreas. Reuniões interdepartamentais , com certeza, devem ser mantidas e são vitais. Mas por favor,não desmerecendo ninguém, somente como demonstração ... não peça para que um cantor de pagode atue como um tenor, não é mesmo? Pense nisso, e caso queira se estender nesse assunto, deixe um comentário , e juntos pensaremos melhor à respeito.
Até a próxima!
Com a globalização dos mercados, as empresas , nas ultimas décadas ,também se globalizaram internamente . Com isto, o mercado exigiu cada vez mais das empresas executivos multidisciplinares. Não basta , por exemplo, um executivo da área de Marketing que não entenda o funcionamento e não se envolva com o departamento financeiro, o operacional, enfim, e por aí vai. Até aí tudo bem. Um executivo realmente deve entender e ter um certo domínio sobre as mais variadas áreas, até porque o conhecimento e a visão sistêmica é o que impulsiona o trabalho em equipe, faz com que as pessoas se envolvam em um projeto com mais sabedoria, e assim se determina a consistência de um projeto como um todo. Mas há de se ter muita cautela com a teoria do "Todos fazem tudo". Em primeiro lugar, há de se manter a identidade de cada departamento e área específica. Cada área possui a sua especialzação, e somente executivos que possuam riqueza nos detalhes dessa especialização é que se encontram aptos a desenvolverem projetos específicos. Outro ponto que deve ser destacado é a importância em se associar resultados específicos, a áreas específicas. A César, o que é de César! Não se trata de se acharem culpados em eventuais projetos , mas sim de se ter uma visão mais detalhada da função que cada executivo exerce dentro de uma empresa, e seus resultados. Isso facilita, inclusive, o trabalho dos gestores de cada departamento na avaliação de resultados, assim como auxilia o RH na elaboração e aplicação de um plano de carreira para cada executivo, em particular.
Outra situação muito comum na teoria do "Todos fazem tudo" é a questão da invasão ao espaço alheio, que pode acabar derrubando barreiras no âmbito do respeito e da ética. Os executivos, por atuarem nas mais diversas áreas , podem se sentir no direito de "vasculhar" documentos e projetos alheios, e até passarem por cima de decisões de executivos que possuem o conhecimento de fato de algumas situações, e acabar gerando um grande mal estar entre os funcionários. Enfim, todo muito faz tudo, mas ninguém entende nada. Portanto, muito cuidado ! Há de se ter total envolvimento entre os departamentos, porém, entre atuar e se envolver, há uma grande diferença. Uma coisa que funciona muito bem, por exemplo, é a colocação de uma caixinha de sugestões em cada departamento, onde, anônimamente, executivos de outras áreas podem fazer sugestões e dar dicas para as mais variadas áreas. Reuniões interdepartamentais , com certeza, devem ser mantidas e são vitais. Mas por favor,não desmerecendo ninguém, somente como demonstração ... não peça para que um cantor de pagode atue como um tenor, não é mesmo? Pense nisso, e caso queira se estender nesse assunto, deixe um comentário , e juntos pensaremos melhor à respeito.
Até a próxima!
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